quarta-feira, 11 de junho de 2014

Mas afinal, quem é K. Fera?





Ultimamente, a paz que eu possuía duas semanas atrás não tem me visitado com frequência. Uma lástima! Após colocar no ar um blog sobre quadrilhas juninas e manter uma página no facebook para expor aos interessados pela leitura dos meus humildes textos, não tenho mais o sossego de outrora. Diversos comentários, tentativas de diálogo, críticas, elogios, felicitações  e insultos fazem parte da minha rotina virtual. Para manter essa postura imparcial, é preciso o afastamento do meu objeto de crítica, que são vocês quadrilheiros. Aos que me acusaram seriamente de enaltecer grupo junino A ou B, saibam que não pertenço a nenhum movimento junino, por sinal, estou anos luz de ser considerado um típico quadrilheiro, embora séculos atrás já tenha dançado sim, quadrilha. Apenas gosto, simples assim. Aos que desejam conhecer minha identidade, chegando inclusive a sugerir dinheiro, recuso por dignidade. Manter a identidade de K. Fera em sigilo é hoje o meu maior desafio. Saibam apenas que sou uma pessoa comum, que trabalha 8 horas por dia, num emprego chato, em pé, que utilizo para entretenimento hora ou outra a lenta Internet do serviço e que à noite, em casa, escreve esses textos inspirados em companhia de dois gatos e um cachorro. Até aí, algo especial?


Mas não se preocupem: minha intenção em permanecer no anonimato pode se esgotar tão logo termine o período junino. Até então, mil especulações sobre quem sou me parece natural. Posso ser homem, mulher, mas não sou criança. Tento manter em meu texto uma postura digna, criticando com sabedoria e elogiando com sinceramente. Creio que é isso que mantém meu blog em ritmo crescente de acessos. Sim! Hoje ultrapassei a marca de dois mil acessos em apenas uma semana. 2.242 é a marca a que chegamos. E fico muito contente em saber que estou sendo apreciado por aqueles que produzem a festa junina mais bela de todo o Maranhão. Aí, de que adianta saber minha identidade?  Mas... Se as quadrilhas mostrarem um tanto mais de criatividade, quem sabe eu não possa retirar minha “máscara” antes do fim junino? Aguardo propostas tentadoras.

Com a ansiedade de
K. Fera

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